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SERGIO ALLEVATO: A TRAIÇÃO DA IMAGEM
POR VANDA KLABIN - SETEMBRO 2026

Nascido no Rio de Janeiro em 1971, Sergio Allevato formou-se Mestre em Arte Contemporânea pela Goldsmiths College of London, Londres, UK, de 2006 a 2008. Frequentou o Parque Lage em 2005 e 2006. 

Em 2001 foi artista em residência do Museu do Deserto do Arizona, Tucson, USA. Em 2007, ganhou o Prêmio Aquisição do Salão da Bahia, tendo 2 de suas obras a integrar a coleção do MAM Bahia. Foi indicado ao Prêmio PIPA em 2010 e 2012. 

Exposições recentes: Paisagens em Travessia, obras do MNBA, Caixa Cultural Salvador, Bahia, 2026; Baile, Galeria Luciana Caravello, São Paulo, 2026; Paisagens em Suspensão, obras do MNBA, Caixa Cultural Belém, Pará, 2025; Adiar o Fim do Mundo, FGV Arte, Rio de Janeiro, 2025; A Partilha do Imperador Pedro II, Museu da Justiça, Rio de Janeiro, 2025; Imaginary Amazon, SDSU Gallery, San Diego, USA, 2024.

Obras em coleções públicas: San Diego Museum of Art, USA; MAR – Museu de Arte do Rio, Brasil; Museu Nacional de Belas Artes, Brasil; MAM Bahia Museu de Arte Moderna da Bahia, Brasil; Arizona Sonora Desert Museum, USA; Smithsonian Museum, Washington, USA; New York Natural History Museum, USA; Natural History Museum of London, UK; MAM RJ Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil.

Exposição “A Traição da Imagem”, do artista plástico Sergio Allevato, com curadoria de Vanda Klabin, dia 02 de setembro de 2026, quarta-feira, às 17h30.

“A exposição reúne um conjunto de obras recentes que traz maior amplitude ao caráter processual das constantes pesquisas e investigações do artista. Cria fabulações ou narrativas históricas ao transformar as suas experiências artísticas em um território fértil para suas investigações politicas e pulsões existenciais (…) Sua trajetória artística é marcada por experimentações que revelam uma constelação política e uma articulação entre arte, ciência, biomas e sistemas político-sociais. Estamos diante de um território livre, mas de tensa convivência, ao colocar em cena alguns símbolos capazes de convocar a ideia de identidade e de pertencimento, pontos nucleares em sua prática artística.” – Vanda Klabin, 2026