Skip to content Skip to footer

 

Luiz Aquila inicia sua trajetória nas artes inspirado por seu pai, o artista plástico e arquiteto Alcides da Rocha Miranda. Desde os anos 60, movido pelo intenso desejo de experimentar, faz ensaios em xilogravura, litografia e gravura em metal, além de uma intensa investigação do desenho e da pintura, práticas que desenvolve através de todo o seu percurso. Aquila percorreu o mundo: viveu no Rio de Janeiro, Petrópolis, Paris, Lisboa, Évora e Londres. Ao longo de sua carreira, participou de mais de 200 exposições -individuais e coletivas- no Brasil e no exterior, sendo nomeado pelo crítico Frederico Morais como “Herói de sua própria pintura”. Foi influência marcante na “Nova Pintura Brasileira” dos anos 80, tanto como artista quanto professor. Lecionou na Universidade de Brasília e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, na qual também cumpriu o papel de diretor. Em 2013, comemorou cinco décadas de trajetória com uma grande retrospectiva no Paço Imperial. Já no ano de 2023, deu nome à Exposição “Em Torno dos 80 com Luiz Aquila”, ocorrida na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, que celebrou não apenas seu octogésimo aniversário, mas sua extensa carreira, em conjunto da obra de diversos artistas pertencentes à Geração Oitenta.

 

DEPOIMENTO DO ARTISTA

“Acho que eu não tenho uma formação europeia, eu tenho uma formação brasileira, quer dizer, quando eu viajei eu já estava de olho feito, a viagem me valeu como uma viagem vale para todo mundo. Eu creio que viajar é importante, pois você toma contato com coisas que não se poderia tomar aqui, mas eu não sinto que o contato direto com a Europa tenha sido determinante na minha formação; talvez até o contato indireto com a Europa através de coisas que aconteceram no Brasil tenha sido mais importante, ou talvez eu tenha ido à Europa mais para constatar meus interesses do que para realmente criar interesses novos. O pontapé inicial é brasileiro, aliás, o Brasil é mestre em pontapé”

Luiz Aquila

AQUILA, Luiz. Programa Aglaia Peltier, na Rádio MEC, Rio de Janeiro, em 1990

FORMAÇÃO

1959/1960 – Rio de Janeiro RJ – Faz curso de pintura com Aluísio Carvão e desenho com Tiziana Buonazzola, na EAB, Rio de Janeiro.

1959/1960 – Rio de Janeiro RJ – Estuda xilogravura com Oswaldo Goeldi, na ENBA

1962 – Brasília DF – Faz cursos livres de pintura, no Instituto de Arte e Arquitetura da UNB

1965 – Recebe bolsa do governo francês e reside e trabalha na Cite Internacionale dês Arts – Paris, França

1967 – Lisboa (Portugal) – Recebe bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para frequentar o ateliê de gravura em metal da Cooperativa de Gravadores Portugueses

1972 – Londres (Inglaterra) – Com bolsa do Conselho Britânico estuda litografia na Slade School of Fine Art, sob a orientação do artistas Stanley Jones e gravura em metal com Bartolomeu dos Santos

 

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

2019 – Exposição “Luiz Aquila III Milênio – Criação em Aberto” no Museu Nacional de Belas Artes

2018 – Pinturas 2017/2018 – Galeria Patricia Costa/RJ

2018 – Migração – Casa Stefan Zweig – Petrópolis/RJ

2016 – Rio de Janeiro RJ – Galeria Patricia Costa – Pinturas Recentes, Desenhos Reencontrados

2012 – Rio de Janeiro RJ – Galeria Patricia Costa – Luiz Aquila, Quase Tudo (A Never Ending Tour)

2012 – Rio de Janeiro RJ – Paço Imperial – Luiz Aquila, Quase Tudo (A Never Ending Tour)

2009 – Brasília DF – Caixa Cultural de Brasília

2009 – São Paulo SP – Galeria Valu Oria

2008 – Rio de Janeiro RJ- “03 Pinturas Grandes e 10 desenhos devaniantes” – Paço Imperial

2008 – Rio de Janeiro RJ – Galeria Marcia Barrozo do Amaral

2005 – Rio de Janeiro RJ – “Gravuras e Desenhos Celestiais” – Projeto Amigos da Gravura no Museu da Chácara do Céu

2005 – Rio de Janeiro RJ – Galeria Marcia Barrozo do Amaral

2005 – “Luiz Aquila no MUMA”- Museu Metropolitano de Curitiba

2004 – Santiago (Chile) – Luiz Aquila en Chile, na Galeria Matthei

2003 – Niterói RJ – Luiz Aquila no MAC Niterói

2002- Rio de Janeiro – Atelier Finep, Paço Imperial

2002 – LondresLuiz Aquila Back in the UK, na Gallery 32

2001 – Rio de Janeiro RJ – Luiz Aquila Pintura Encarnada, na Anita Schwartz Galeria

2001 – Rio de Janeiro RJ – Luiz Aquila, no Paço Imperial

1999 – Lisboa (Portugal) – Individual, no Museu da Mãe d’Água

 

1998 – Uberlândia MG – Luiz Aquila, no Centro de Fiação e Tecelagem de Uberlândia

1998 – Rio de Janeiro RJ Luiz Aquila, no Paço Imperial

1998 – São Paulo SP – Luiz Aquila, na Galeria Nara Roesler

1998 – Goiânia GO – Luiz Aquila: pinturas, na Fundação Jaime Câmara

1998 – São Paulo SP – Luiz Aquila: 11 pinturas, na Galeria Nara Roesler

1998 – Rio de Janeiro RJ – Luiz Aquila: 11 pinturas, no Paço Imperial

1998 – Rio de Janeiro RJ – Luiz Aquila, na Galeria Márcia Barrozo do Amaral

1998 – Rio de Janeiro RJ – na Galeria Nara Roesler

1996 – Davos (Suíça) – no World Economic Forum

1996 – Curitiba PR – no MAC/PR

1995 – Rio de Janeiro RJ – no CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil

1994 – Campo Grande MS – Luiz Aquila: quadros grandes, no MAC/MS

1994 – Campo Grande MS – MARCO-MS

1993 – São Paulo SP – Os Papéis de Luiz Aquila, no Masp

1993 – São Paulo SP – Luiz Aquila: quadros grandes e novos, no MAC/USP

1993 – Salvador BA – Luiz Aquila: pinturas e desenhos, no MAM/BA

1993 – São Paulo SP – Desenhos na Galeria Adriana Penteado

1993 – São Paulo SP – As Pinturas de Luiz Aquila, na Dan Galeria

1992 – Rio de Janeiro RJ – Luiz Aquila: quadros grandes, no MAM/RJ

1992 – Rio de Janeiro RJ – Luiz Aquila: desenhos e gravuras, na UFRJ

1992 – Rio de Janeiro RJ – Luiz Aquila: desenhos e gravuras, na EAV/Parque Lage

1990 – São Paulo SP – Luiz Aquila: pinturas novas, na Galeria Montesanti-Roesler

1988 – Rio de Janeiro RJ – Luiz Aquila: obras recentes, na Montesanti Galeria

1988 – Recife PE- Luiz Aquila: obras recentes, na Galeria Artespaço

1988 – Fortaleza CE – Luiz Aquila: obras recentes, na Galeria Ignez Fiuza

1988 – Rio de Janeiro RJ – Doação Luiz Aquila, no Centro Empresarial Rio. Exposição de desenhos doados pelo artista para o MAM/RJ.

1987 – Brasília DF – Luiz Aquila: obras recentes, no Espaço Capital Arte Contemporânea

 

1987 – São Paulo SP – Luiz Aquila em Grandes Formatos, no MAM/SP

1987 – São Paulo SP – Luiz Aquila: obras recentes, na Galeria Montesanti Roesler

1985 – São Paulo SP – na Galeria de Arte São Paulo

1985 – São Paulo SP- na Galeria Luisa Strina

1985 – Brasília DF- na Galeria Espaço Capital Arte Contemporânea

1985 – Rio de Janeiro RJ – Evento: Luiz Aquila por toda Cidade, Exposição do mural adquirido pelo Chase Manhattan Bank, em sua Agência Botafogo, exposições na Galeria Espace no Consulado da França, na Galeria Paulo Klabin, na Galeria Sérgio Milliet, na Gare D. Pedro II da Central do Brasil e no Ciep Tancredo Neves.

1984 – São Paulo SP- na Galeria Luisa Strina

1982 – Rio de Janeiro RJ – na Galeria Paulo Klabin

1982 – São Paulo SP – na Galeria Luisa Strina

1981 – Rio de Janeiro RJ – na Galeria Paulo Klabin

1979 – Rio de Janeiro RJ – na Galeria Paulo Klabin

1979 – Washington D. C. (Estados Unidos) – na Galeria B. A. C. I.

1977 – Lima (Peru) – na Galeria Nueve

1976 – São Paulo SP – Luiz Aquila, na Biblioteca Pública de São Paulo

1976 – São Paulo SP – na Galeria Arte Global

1975 – São Paulo SP – no Masp

1974 – Paris (França) – na Galerie Debret

1974 – Madri (Espanha) – na Galeria Seiquer

1974 – Rio de Janeiro RJ – na Galeria Grupo B

1973 – Liverpool (Inglaterra) – na Galeria da Liverpool University

1968 – Lisboa (Portugal) – na Galeria 111

1968 – Lisboa (Portugal) – na Galeria 111

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

2021 – XIX, XX, XXI – Casa de Petrópolis, RJ

 

2020 – Pinta Miami 2020, Galeria Patricia Costa – Edição Virtual da Feira de Arte Internacional

2019 – ‘80 anos de Arte Abstrata Informal’ no Instituto Casa Roberto Marinho

2018Beautility – London Design Festival – Embaixada do Brasil em Londres

2015 – Rio de Janeiro – Paço Imperial, participação na mostra em homenagem à Maria Bethânia, no Paço Imperial-RJ.

2012- “Exposição Lugar Comum”. Sesc Quitandinha, Petrópolis, RJ.

2011- “A Escolha do Artista”. Galeria Patrícia Costa, RJ.

2011- ArtRio exposição pelas galerias: AM Galeria-SP e Referência Galeria de Arte-DF

2010- G11 – “Grupo dos Onze Artistas” no Senado Federal da República

2010- CCBB de Brasília, exposição Brasília 50 anos. 

2010 – Exposições nas galerias Mizhari e Ricardo Camargo ambas em SP

2009 – São Paulo SP – G11 – “Grupo dos Onze Artistas” MUBE

2009 – SP Arte pela galeria Márcia Barrozo do Amaral

2008 – São Paulo SP – Núcleos Contemporâneos – Valu Oria Galeria de Arte

2008 – Viena Áustria – Exposição Moya

2008 – São Paulo SP – SP Arte -Feira Internacional de Arte Moderna e Contemporânea

2008 – Roma Itália – Exposição After School

2008 – Berlim Alemanha – Exposição After School

2008 – Brasília – DF – 1ª Bienal de Brasília

2008 – Bruxelas Bélgica – Exposição After School

2007 – Rio de Janeiro RJ – Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea MNBA

2007 – Petrópolis RJ – Os Amigos da Gravura – SESC

2007 – Rio de Janeiro RJ – Galeria do Convento

2007 – Rio de Janeiro RJ – Auto-Retrato do Brasil – Paço Imperial

2006 -Rio de Janeiro RJ Hélio Oiticica

2006 – São Paulo SP – SP Arte -Feira Internacional de Arte Moderna e Contemporânea

 

2006 – São Paulo SP – Valu Oria

2006 -Rio de Janeiro RJ – Amigos da Gravura, Museu Chácara do Céu Rio de Janeiro RJ

2006 – Rio de Janeiro RJ – A cor e o som de Dorival Caymi – Paço Imperial

2005- Belo Horizonte MG – Coletiva de Acervo 2005, Galeria Murilo Castro

2003 – Conexão Petrópolis, no Museu Imperial

2003 – 2ª Bienal Nacional de Gravura, Piracicaba e Campinas SP

2001 – Petrópolis RJ – Pintura a Pinceladas, no Museu Imperial

2000 – Rio de Janeiro RJ – Carrossel da Despintura, no Centro Cultural Pascoal Carlos Magno

1999 – Rio de Janeiro RJ – Mostra Rio Gravura. Impressões Contemporâneas

no Paço Imperial

1998 – São Paulo SP – Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista

1997 – Belo Horizonte MG – 25º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte –

Sala especial, no MAP

1996 – Belo Horizonte MG – Impressões Itinerantes, no Palácio das Artes

1996 – Rio de Janeiro RJ – Rio: Mistérios e Fronteiras, no MAM/RJ

1995 – Lausanne (Suíça) – Rio: Mistérios e Fronteiras, no Musée de Pully

1994 – São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal

1994 – Rio de Janeiro RJ – Sob o Signo de Gêmeos, na Galeria Saramenha

1994 – Rio de Janeiro RJ – Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ

1994 – Rio de Janeiro RJ – Um Olhar sobre o Outro, no Instituto Cultural Villa Maurina

1993 – Fortaleza CE – 23 Anos, na Galeria Ignes Fiuza

1993 – Rio de Janeiro RJ – Centenário, no Centro Cultural dos Correios

1993 – Rio de Janeiro RJ – Paixão do Olhar, no MAM/RJ

1992 – Rio de Janeiro RJ – 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial

1991 – Rio de Janeiro RJ – 10 Anos de Acervo, no MAM/RJ

1991 – Recife PE – A Árvore de Cada Um, na Galeria Artespaço

 

1991 – São Paulo SP – A Árvore de Cada Um, na Galeria Nara-Roesler

1991 – Rio de Janeiro RJ – Centro Cultural Candido Mendes: 10 anos de acervo, no MAM/RJ

1991 – Petrópolis RJ – MAM AMA Arte Contemporânea, no Centro Histórico Petrópolis

1991 – Rio de Janeiro RJ – Processo nº 738. 765-2, na EAV/Parque Lage

1990 – São Paulo SP – Figurativismo/Abstracionismo. O Vermelho na Pintura Brasileira, no Itaú Cultural

1990 – São Paulo SP – Armadilhas Indígenas, no Masp

1990 – Rio de Janeiro RJ – Armadilhas Indígenas, na Funarte

1990 – Juiz de Fora MG – Olhar Van Gogh, organizada pela Universidade Federal de Juiz de Fora

1989 – São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo

1989 – São Paulo SP – 20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1989 – Cuenca (Equador) – 2ª Bienal Internacional de Cuenca

1989 – Rio de Janeiro RJ – 8 Artistas Pintam a Revolução Francesa, na Casa de Cultura Laura Alvim

1989 – Rio de Janeiro RJ – Abstratos 89, na Galeria Montesanti-Roesler

1989 – Juiz de Fora MG – Cada Cabeça Uma Sentença, no Museu Mariano Procópio

1989 – Ouro Preto MG – Cada Cabeça Uma Sentença, na Casa da Baronesa

1989 – São Paulo SP – Cada Cabeça Uma Sentença, no MAM/SP

1989 – Rio de Janeiro RJ – Cada Cabeça Uma Sentença, no MNBA

1989 – São Paulo SP – Desenho, uma Geração, na Galeria Suzana Sassoun

1989 – Rio de Janeiro RJ – O Mestre a Mostra, na EAV/Parque Lage

1989 – Rio de Janeiro RJ – Olhar para o Futuro, no Centro Cultural H. Stern

1989 – São Paulo SP – Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1988 – Nova York (Estados Unidos) – Brazil: a group exhibition of contemporary painting and sculpture – Sergio Tissenbaum and ISD Inc.

1988 – Santos SP – Cada Cabeça Uma Sentença, no Teatro Municipal Brás Cubas

1988 – Rio de Janeiro RJ – Le Déjeuner sur l’Art: Manet no Brasil, na EAV/Parque Lage

 

1988 – São Paulo SP – Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP

1988 – Rio de Janeiro RJ – O Eterno é Efêmero, na Petite Galerie

1988 – São Paulo SP – Pintura, no Subdistrito Comercial de Arte

1987 – São Paulo SP – 18º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1987 – Quito (Equador) – 3 Momentos da Arte Brasileira

1987 – Rio de Janeiro RJ – Gesto Alucinado, no Rio Design Center

1987 – Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris

1986 – São Paulo SP – 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1986 – Rio de Janeiro RJ – 1ª Mostra Christian Dior de Arte Contemporânea: pintura, no Paço Imperial – hours-concours

1986 – Rio de Janeiro RJ – Território Ocupado, na EAV/Parque Lage

1985 – São Paulo SP – 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1985 – Rio de Janeiro RJ – Ao Mestre com Pintura, na EAV/Parque Lage

1985 – Brasília DF – Brasilidade e Independência

1985 – São Paulo SP – Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP

1985 – Rio de Janeiro RJ – Encontros, na Petite Galerie

1985 – São Paulo SP – Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1985 – Rio de Janeiro RJ – Velha Mania: desenho brasileiro, na EAV/Parque Lage

1984 – Rio de Janeiro RJ – A Grande Tela, Centro Cultural Candido Mendes

1984 – Nova York (Estados Unidos) – na Galeria Amazoni

1984 – São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras,

na Fundação Bienal

1984 – Rio de Janeiro RJ – Viva a Pintura, na Petite Galerie

1983 – São Paulo SP – 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1983 – São Paulo SP – 17ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1983 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

1983 – São Paulo SP – Arte na Rua

1983 – Rio de Janeiro RJ – na Galeria César Aché

 

1982 – Rio de Janeiro RJ – 5º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

1981 – Rio de Janeiro RJ – 4º Salão Nacional de Artes Plásticas

1981 – Rio de Janeiro RJ – Entre a Mancha e a Figura, no MAM/RJ

1981 – Rio de Janeiro RJ – Salão Carioca de Arte

1980 – São Paulo SP – 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1980 – Rio de Janeiro RJ – 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MNBA

1980 – Rio de Janeiro RJ – O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana

1980 – Rio de Janeiro RJ – Salão Carioca de Arte

1979 – São Paulo SP – 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1979 – Rio de Janeiro RJ – 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ – prêmio de viagem ao país

1979 – Rio de Janeiro RJ – na Galeria Aktuel

1979 – Rio de Janeiro RJ – Salão Carioca de Arte, no Palácio da Cultura

1978 – Veneza (Itália) – Bienal de Veneza

1978 – Cuiabá MT – Museu de Arte e Cultura de Cuiabá

1976 – Rio de Janeiro RJ – Arte Agora, no MAM/RJ

1975 – Brasília DF – Galeria da Fundação Cultural de Brasília

1974 – Caracas (Venezuela) – 28 Artistas del Brazil

1972 – São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

1972 – Quito (Equador) – Bienal de Quito

1972 – São Paulo SP – na Galeria Bonfiglioli

1970 – Brasília DF – na Galeria do Conselho Britânico

1966 – Paris (França) – Mostra de Desenhos, na Galerie Letrigône

1965 – Brasília DF – na Aliança Francesa

1965 – Rio de Janeiro RJ – Coletiva, na Petite Galerie

1960 – Rio de Janeiro RJ – Mostra Jovens Expõe, na EAB

OUTRAS ATIVIDADES EM ARTES VISUAIS

 

2011- Debate no ArtRio com Daniel Senise, Waltercio Caldas e Ernesto Neto sobre literatura e artes plásticas

2008 – São Paulo SP – SPArte

2008 -Rio de Janeiro RJ – Participação do leilão de fotografias com intervenções artísticas Fame and Fashion

2008 -Rio de Janeiro RJ – Participação do leilão de azulejas pintadas para Museu Chácara do Céu, RJ

2007 -São Paulo SP -Participação do leilão de pratos da Assosciação Cultural de amigos do Museu Lasar Segall

2007 – São Paulo SP – SPArte

2001 – Petrópolis RJ – Realiza a obra A Pintura e o Nosso Losango, um painel de 16 x 12 m, que está nos jardins do Museu Imperial

1993 – São Paulo SP – Participa de um evento onde faz um outdoor em homenagem a Mário de Andrade, no CCSP – Centro Cultural São Paulo

1989 – Brasília DF – Coordena oficina de pintura no 2º Festival Latino-Americano de Arte e Pintura, na UnB

1988/1991 – Rio de Janeiro RJ – Diretor da EAV/Parque Lage

1985 – São Paulo SP e Rio de Janeiro RJ – Evento Luiz Aquila por toda a Cidade, com exposições simultâneas em São Paulo e Rio de Janeiro, em locais públicos e galerias

1985 – Bagnolet (França) – Cria elementos visuais para espetáculo da Companhia Atores Bailarinos no Festival International Le Ballet Pour Demain

1984 – Rio de Janeiro RJ – Realiza pintura coletiva A Grande Tela, com John Nicholson e Claudio Kuperman, na Galeria Candido Mendes

1984 – Rio de Janeiro RJ – Leciona pintura no MAM/RJ

1983 – Curitiba PR – Pinta mural para o Chase Manhattan Bank de Curitiba

1981 – Publica o livro Carnaval, de desenhos feitos a partir de poemas de Eudoro Augusto – Edição Massao Ohno/Aluísio Leite/Roswitha Kempf

1980 – Pinta tela de fundo para o espetáculo teatral El Día Que Me Quieras, dirigido por Luis Carlos Ripper

1978/1986 – Rio de Janeiro RJ – Integra o corpo de professores da EAV/Parque Lage, onde também mantém seu ateliê.

1976/1978 – Brasília DF – Coordena o Setor de Artes Plásticas do Centro de Criatividade de Brasília, criado pela Unesco

 

1977 – Lima (Peru) – Leciona desenho no Centro de Estudos Brasileiros

1968/1972 – Brasília DF – Leciona desenho e plástica no Instituto de Arte da UnB

1967 – Évora (Portugal) – Leciona desenho

1962 – Brasília DF – Desenha impressos para a UNB

1962 – Brasília DF – Desenha logotipo para a Aliança Francesa de Brasília

 

TÍTULOS E PRÊMIOS

1979 – Rio de Janeiro RJ – 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ – prêmio de viagem ao país

1991 – Oficial da Ordem do Rio Branco

1997 – Recebe a Ordem de Chevalier des Arts et Lettres do Ministério da Cultura da França

 

TEXTOS DE CRÍTICOS

“(…) Na raiz desse novo informalismo pode estar o cansaço das tendências conceituais vigentes nos últimos dez ou quinze anos, a aridez de uma arte hermética, o tédio provocado por linguagens cifradas, quase cabalísticas, que carecia de explicações (de bulas, como nos remédios), de uma arte paravisual que não se dirige aos olhos ou ao coração, mas à mente: arte como idéia. . . Estes comentários surgiram a propósito da exposição de Luiz Aquila. Ou melhor, sua exposição foi o que faltava para compor o quadro inicial deste novo informalismo. Apesar disso, não é um tachista. Por sua formação está mais próximo da pintura geométrica e construída (…). No entanto, é inquestionável que sua pintura vai estimular a nova onda informal. Nos quadros expostos, a mesma explosão colorida, a mesma gestualidade livre, a mesma euforia do ato de pintar. Amarelos, vermelhos e azuis intensos criam planos que se superpõem ou molduras artificiais que logo serão negadas pelo estilhaçar de formas que não querem descansar em nenhum ponto fixo do quadro. (…) O clima geral é de festa, de sol, de verão, de trópico. Um informalismo nos trópicos…”

 

Frederico Morais

in LUIZ, Aquila. Apresentação de Frederico Morais e Lélia Coelho Frota. São Paulo: Galeria Luisa Strina, 1982.

in LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.

 

“Precursor do novo informalismo brasileiro, apontado como o ‘pai da geração 80’, Luiz Aquila não dilui sua pintura em modismos internacionais ou cacoetes geracionais, nem é matriz para ninguém. O que ele ensinou não foi um conjunto de macetes, ele defendeu uma atitude diante da pintura. O que ele defendeu, com unhas e dentes, ou melhor com tintas e pincéis, foram os próprios valores plásticos, aquilo que é permanente na pintura, não importa sua data ou localização geográfica. Aquila é, hoje, o herói de sua própria pintura”

Frederico Morais

MORAIS, Frederico. Luiz Aquila por toda a cidade: catálogo. Rio de Janeiro RJ, 1985

 

“Aquila, que tem um olho treinadíssimo, costuma dizer que esse olho está sempre em serviço, discriminando, selecionando, hierarquizando. O que ele faz, o tempo todo, é transformar estas sensações cotidianas – cromatismos, formalismos, tactilidades, temperaturas, sonoridades e olfações – em pintura. Conhece e pede que conheçamos a história da arte, mas não faz pintura em tese, nem transforma cada quadro em uma charada a ser decifrada. Busca também o frescor das idéias e sensações.

Assim, quando nos diz, com uma ponta de ironia, que está analisando as condições para a pintura, ou que está em conversações com a pintura, podemos aceitar como verdadeiras estas afirmações contidas nos títulos de suas telas. Aquila procura manter seu processo de criação em aberto, sujeito a alterações, o quadro fluente, em andamento. O quadro vai nascendo ali, no corpo-a-corpo com a matéria com que constrói sua pintura, num diálogo ativo e inteligente”.

 

Frederico Morais

MORAIS, Frederico. In:Dan Galeria expõe as pinturas de Luiz Aquila. Org.: Gláucia S. Cohn. Dan Galeria, Rio de Janeiro RJ, 1993, 24 p

 

“Quando Luiz Aquila começou a definir a sua pintura, no início dos anos 70, o olhar brasileiro já perdera a referência de cultivar uma pintura de qualidade, onde não é o primeiro impacto visual que conta, onde é preciso descobrir a grafia e a qualidade da pincelada, da matéria e da textura do quadro. É que na época, a grande maioria da produção brasileira navegava em outras direções. Aquila manteve-se fiel a telas muito elaboradas, mas bastante emocionais, seu ponto de partida é sempre introspectivo e mesmo que o espaço seja bem definido, as pinceladas são livres e soltas. Tal coerência e sua atividade didática fizeram com que ele se transformasse num pólo de referência para uma geração de jovens que desejava voltar a descobrir a qualidade da pintura”.

Casimiro Xavier de Mendonça

MENDONÇA, Casimiro Xavier de. In: GALERIA MONTESANTI. A Presença da Pintura: catálogo. São Paulo SP, 1987

 

No período da redemocratização, Luiz Aquila orientou os artistas da Geração 80, como professor do Parque Lage, no Rio. Desde então, representa opção pela obra de arte como registro do processo do fazer, associado ao hedonismo pictórico.

Felipe Chaimovich

Texto do catálogo da exposição “A Pintura Encarnada e Obras Recentes” na Galeria Valu Oria em maio de 2006